“Ele era doce, como brisa fresca de manhã de primavera;
sereno como beijo inesperado sob gotinhas de chuva
em fim de tarde de outono…
Ele era mágico, como o pôr-do-sol que muda suas cores
com a graça de um florescer; etéreo como assistir
o Universo se vestindo de danúbio, para celebrar
a beleza de amar…
Ele era poesia, singular em toda a sua complexa pluralidade,
plural em cada pequenino detalhe; intenso como tempestade,
mas com a calmaria única de garoa…
Ele era tudo… E me fez querer ser tudo também…”
ydc, 09/09/2020, 23:02hs.
“…ele me faz querer ser tudo, ser única…para ele…e ele só para mim…”
♥
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Só queria lhe dizer que você escreve tão bem. Acredito que não sou a única pessoa que lhe disse isso. Não li todos ainda porque são muitos, mas quando ler eu lhe envio outra mensagem. Parabéns.
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Olá Victor! Muito obrigada pelo seu comentário… Fico muito feliz que tenha gostado! Espero vê-lo por aqui novamente…!
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